Linguagem Técnica II

Tuesday, November 07, 2006

Comunicação

No referido Manual de Correspondência deverá constar:
1) Comunicação:
- A importância da Comunicação:
- Conceito (s) de Comunicação:
- Elementos da Comunicação:
Quais as qualidades de uma apresentação bem feita?
Quais são os problemas de uma má apresentação?
Vamos Pesquisar sobre estes Assuntos?Mas como fazer a pesquisa?


O Site de busca que vamos conhecer é o www.google.com.br, conforma mostra a imagem.
Basta digitar aquilo que você deseja encontrar na Internet, clicar em Pesquisar Google e ele trará inumeros sites sobre o assunto solicitado.
Vamos tentar?
Digite importância da comunicação.
Abriu bastante sites?
Se você deseja fazer uma busca mais direcionada coloque aspas.
Vamos tentar?
Digite "importância da comunicação".
E então, o que aconteceu?
Quantos sites apareceram?

Agora é ler e identificar aquilo que você acha interessante mencionar no Manual de Correspondência.
Bons estudos!

Tuesday, October 24, 2006

Estrutura do Manual de Correspondência

Estrutura do Manual


Capa
Folha de Rosto
Epígrafe
Sumário
Introdução
1 Comunicação
1.1 Importância da Comunicação
1.2 Definição de Comunicação
1.3 Elementos da Comunicação
2 Técnicas de Redação
3 Correspondência
4 Documentos
4.1 Ata
4.2 Atesatado
4.3
4.4
Conclusão
Referências Bibliográficas


Sobre a Formatação
Fonte - tamanho 10
Margens
Superior = 3 cm
Inferior = 2 cm
Esquerda = 3 cm
Direita = 2 cm
Espaçamento entre linhas - 1,5

Correspondência

3 TIPOS DE CORRESPONDÊNCIAS

Entre as várias classificações das correspondências, podem-se destacar as que seguem.

3.1 CLASSIFICAÇÃO

- empresarial (comercial, bancária) – destinada à comunicação entre empresas (indústria, comércio, serviços);
- oficial – destinada à comunicação das repartições públicas entre si ou dessas repartições com a iniciativa privada;
- pessoal – destinada à comunicação entre pessoas, com objetivos particulares;
- literária – escrita com fins estéticos, artísticos, literários;
- religiosa, canônica, militar, social, cerimoniosa, familiar, íntima, sigilosa são outras classificações, umas não muito precisas, outras abrangidas pelas anteriores.

3.1.1 Correspondência Empresarial

Correspondência empresarial é o conjunto de documentos através dos quais é estabelecida a comunicação interna ou externa nas empresas. O texto empresarial apresenta características próprias que o distinguem da produção literária, principalmente no tipo de linguagem. Na literatura, por exemplo, predomina o sentido não-dicionarizado. Na linguagem da redação empresarial, impera o significado denotativo das palavras, sua acepção usual, dicionarizada.

3.1.2 Correspondência Oficial

Denomina-se correspondência oficial o conjunto de papéis que estabelece a comunicação entre as instituições públicas. Os textos oficiais devem obedecer a certas regras de forma, tanto na expressão lingüística quanto na diagramação. Cada modalidade de texto tem seu jeito de ser formalizada, e é isso que lhe confere uma certa padronização.

3.2 SUBCLASSIFICAÇÕES

- Quando ao destinatário: - única / - circular
- Quanto à apresentação: - simples / - epigrafada / - com tópicos
- Quanto à formatação: - denteada / - estilo bloco
- Quanto à pontuação: - aberta / - fechada / -mista
- Quanto à finalidade: - administrativa (passim) / de marketing

4 ABREVIAÇÕES

Abreviação é o termo genérico que designa as abreviaturas, as siglas e os símbolos.

4.1 ABREVIATURAS

As abreviaturas consistem na redução de palavras ou expressões, criadas de maneiras bastante livre, diferentemente do que ocorre com as siglas e os símbolos, cuja criação e uso obedecem a orientações mais restritivas. Cada ambiente onde se “trabalha” com a língua escrita tem maneiras próprias de abreviar e até cada pessoa cria e utiliza suas próprias abreviaturas.

4.1.1 Formação
As abreviaturas podem ser formadas:
- Com a letra inicial da palavra ou palavras:
- D. (Dona, Digno, Dom),
- p (página)
- c.c. (conta corrente, com cópia)
- P.S. (Post Scriptum: depois de escrito)
- com as primeiras letras da palavra ou palavras:
- cap. (capítulo)
- Av. (avenida)
- V. As. (Vossa Senhoria)
- loc. Cit. (loco citato: no lugar citado)
- com as primeiras e as últimas letras:
- Sto. (Santo)
- Mr. (Mister: Senhor)
- Cia. Ltda. (Companhia Limitada)
- Exmo. Sr. (Excelentíssimo Senhor)
- Ilmo. Sr. (Ilustríssimo Senhor)

4.1.2 Características
9- Servem para abreviar palavras e expressões;
- Abreviam nomes comuns e próprios;
- São marcadas com ponto abreviativo, às vezes diagonal. Quando o ponto abreviativo coincide com o final da frase, não se dobra o ponto.
- Podem ser flexionadas para o feminino e para o plural;
- Mantêm a acentuação gráfica e o hífen da forma original;
- A inicial maiúscula segue as normas ortográficas;
- As abreviaturas com a parte final da palavra final elevada esta caindo em desuso; os programas de produção de textos não prevêem esse recurso; atualmente escreve-se toda a abreviatura com as letras de igual tamanho: Ilmo (ilustríssimo);
- Em textos corridos formais, deve-se evitar as abreviaturas, excetuando-se as formas consagradas, como as de tratamento.

4.2 SÍMBOLOS

Símbolos são letras, sinais ou signos que representam palavras e expressões.
4.2.1 Características

- São constituídos por uma ou mais letras (maiúsculas ou minúsculas) ou por sinais (signos): h, Km, °C.
- Obedecem as normas nacionais e internacionais.
- Não têm ponto abreviativo.
- Não se flexionam para o plural, ou seja, o mesmo símbolo vale para o singular e para o plural: 2m20cm.
- É facultativo deixar espaço entre o número e o símbolo: 5 Km ou 5Km.
- Não se deve separar a fração de horas por vírgula. O sistema de horas não é decimal, é sexagesimal. Ou, em outros termos, pode-se separar as horas por vírgula, mas aí está valendo o sistema decimal. Então, 8h40min significa oito horas e quarenta minutos, mas 8,40 significa oito horas e 24 minutos.
Símbolos de unidades de medida

4.3 SIGLAS

Resultam da abreviação de nomes próprios (empresas, repartições, organizações, entidades diversas), formadas pelas letras iniciais. Nem sempre, porém a formação se faz com recurso às letras iniciais. Muitas reduções formam-se com a utilização de sílabas, de partes intermediárias ou finais dos nomes, de preposições, constituindo-se as chamadas siglas impróprias.

4.3.1 Formação

- CNPq – Conselho Nacional de Pesquisa
- Telebrás – Telecomunicações Brasileiras
- Senac – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
- UnB – Universidade de Brasília
- Simples – Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

4.3.2 Características

- Servem para abreviar nomes próprios: BB (Banco do Brasil).
- Embora o Pequeno Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa apresente siglas com ponto abreviativo (E.U.A.), o uso moderno é sem ponto: ONU (Organização das Nações Unidas).
- São, em geral, formadas pelas iniciais maiúsculas: ABL (Academia Brasileira de Letras).
- Além das letras iniciais, outras formas são utilizadas para reduzir nomes: Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul).
- Siglas com mais de três letras e que podem ser lidas como se fossem palavras autônomas podem ser escritas somente com inicial maiúscula: Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).
- Siglemas são as siglas lidas como palavras autônomas: Senac, CIC.
- Siglóides é como se denominam as siglas que não são lidas como palavras, mas sim pelas letras que as formam: ABNT, CPI.
- O plural é feito acrescentando-se um “s” minúsculo no final da sigla, sem apóstrofo: CTGs.
- As siglas podem tornar-se produtivas na formação de novas palavras: PFL: pefelista, PT: petista, CLT: celetista, Aids: Aidético.
Nem sempre é clara a distinção entre siglas e abreviaturas. Muitos nomes comuns são abreviados como se fossem siglas: TV (televisão), VT (videoteipe), CD (compact disc).

Saturday, September 16, 2006

Técnica de Redação

DISCIPLINA DE LINGUAGEM TÉCNICA II

PROFESSORA: LEOMAR TELLES FERREIRA

TÉCNICA DE REDAÇÃO

O material a seguir é para auxiliar o redator a desenvolver trabalhos muito além da repetição de formas gastas pelo uso.

1.1 PREPARAÇÃO

O redator precisa preparar-se para o trabalho que vai fazer. Portanto, sugerimos que dê respostas a estas quatro perguntas:

  1. Quem será o responsável pela mensagem?
  2. A quem se destina a mensagem?
  3. Que mensagem pretende transmitir?
  4. De que informação necessita para ter segurança no assunto?

As duas primeiras perguntas levam o redator a caracterizar o emissor e o receptor da mensagem: órgão público, órgão civil, órgão militar, empresa comercial, empresa industrial, entidade financeira, pessoa íntima ou de relações sociais. É importante especificar o setor ou departamento do órgão, empresa ou entidade: departamento jurídico, setor de propaganda, gerência, secretaria etc.

A terceira pergunta constitui o objetivo a ser atingido com a mensagem.

As respostas à quarta pergunta constituem os pré-requisitos e dependem do objetivo principalmente.

Exemplo:

Objetivo: Certificar ocorrência.

Pré-requisitos: Documentos comprobatórios, nome e identificação do sujeito da ocorrência, atos que garantem a validade do documento.

Pense: Com esse objetivo e com tais pré-requisitos, diga quem poderá ser o Emissor e quem será o receptor.

EMISSOR: ____________________________

RECEPTOR: ___________________________

1.2 EXECUÇÃO

Feita a preparação, o redator pode iniciar a segunda fase do trabalho, que é a execução.

1.2.1 Exposição

Com os elementos disponíveis: emissor, receptor, objetivo e pré-requisitos , vai desenvolver o objetivo. É aconselhável que nesta etapa o redator:

a) seja o mais natural possível;

b) imagine que o receptor esteja ali, à sua frente;

c) escreva o que diria de viva voz e como diria;

d) esteja despreocupado das normas de feitura do documento e das regras gramaticais.

1.2.2 Determinação da forma do documento

Obtida a exposição, chega o momento de determinar a forma do documento que a conterá.

Esse procedimento é necessário porque algumas formas têm normas rígidas, como o requerimento, editais, declarações, atestados etc. Outras formas permitem liberdade ao redator: cartas, bilhetes, memorandos, circulares etc.

1.2.3 Apelo

É interessante incorporar à mensagem algum apelo capaz de sensibilizar o receptor e predispô-lo a agir conforme os desejos do emissor. Com base na caracterização do receptor e nos pré-requisitos, o redator pode identificar os prováveis pontos sensíveis a serem tocados na elaboração do apelo.

1.2.4 Palavras e situações inconvenientes

É temível usar na mensagem, com referência ao receptor, certas palavras que o desagradem. Dentre as diversas palavras que devem ser evitadas estão estas: absurdo, cassação, concordata, desleixo, desorganização, despreparo, dificuldade, erro, estupidez, falência, falha, grosseria, imperícia, incapacidade, ineficiência, inércia, insolvência, problema, protesto, punição e sujeira).

Essas palavras podem até não aparecer no texto. Basta que a situação usada as lembre para melindrar o receptor.

Exemplos:

1) Analisamos sua proposta de parcelamento e concluímos que ela é absurda por estar distante dos procedimentos normais de nossa empresa.

2) Se as vendas não foram boas, tal fato deve ser atribuído à incapacidade de seus divulgadores e não à qualidade de nossos produtos.

1.2.5 Análise do conteúdo

O trabalho redacional, ainda em fase de execução, merece agora uma análise capaz de dar ao redator a certeza de ter posto no papel o que: a) o emissor gostaria de transmitir; b) o receptor precisa compreender.

Para essa análise, sugerimos que o redator submeta à mensagem a este questionário:

a)a mensagem expressa o pensamento do emissor:
b) Há coerência entre a mensagem e o objetivo?
c) Há seqüência lógica das idéias, de modo que o receptor não se perca?
d) Está claro na exposição o que se pretende com a mensagem?
e) Há orientação ao receptor sobre o modo de agir?

Em lugar do receptor, eu saberia o que se pretende com a mensagem sem fazer perguntas?

Ocorrendo resposta negativa para qualquer das perguntas, o redator deve modificar a mensagem tantas vezes quantas forem necessárias até obter respostas afirmativas.

1.2.6 Harmonização das partes

Um trabalho feito em partes corre o risco de parecer uma seq6uência de compartimentos estanques.

Para isso, convém ao redator tomar duas providências que aproximem o esboço da redação final: a) harmonizar as diversas partes da mensagem, de modo que passem a formar um todo; b) abreviar ao máximo a mensagem sem prejudicar-lhe a clareza.

1.3 APRIMORAMENTO DA FORMA

Obtida a harmonização das partes da mensagem, é desejável ainda que o redator faça uma revisão do texto, visando a excluir alguns defeitos que eventualmente persistam.

1.3.1 Palavras e expressões desnecessárias

Aprendemos que a clareza é uma das características de toda mensagem, Entretanto, em nome da clareza, incluímos na mensagem muitas vezes palavras e expressões que apenas ocupam lugar. Dentre elas estão também muitos adjetivos que, por serem já esperados, não causam nenhuma surpresa. A ausência dessas palavras e expressões em nada altera o sentido da frase. É, pois, conveniente elimina-las.

1.3.2 Jargão

Jargão é a linguagem técnica especializada de uma classe ou profissão.

Embora haja muitos casos em que o jargão seja apenas um modo de impressionar, há também muitos casos em que seu emprego é necessário. Seja qual seja o motivo de sua existência, o jargão tem significado preciso para quem o emprega. O mesmo fato pode não ocorrer com o receptor, o que impedirá ou dificultará a comunicação.

Exemplo:



1.3.3 Palavras de uso corrente

Segundo Aurélio Buarque de Holanda Ferreira (1975), seu dicionário tem cerca de 140.000 palavras. Esse número dá a idéia da riqueza vocabular de nossa língua.

É natural, portanto, diante de tanta riqueza vocabular, optarmos por palavras que demonstrem nossa intimidade com um vasto vocabulário. Acontece que, ao optarmos, nem sempre consideramos a riqueza vocabular do receptor.

Assim, é desejável que o redator prefira as palavras de uso corrente, pois elas devem ser de domínio do receptor.

Curiosamente, as palavras menores (menos sílabas) têm emprego mais comum que as equivalentes maiores.

1.3.4 Expressões gastas

A repetição de expressões quase seculares na correspondência causa a monotonia, diminuindo a força expressiva da mensagem.

Citaremos algumas expressões gastas que, na medida do possível, devem ser abandonadas.

- à guisa de - condição sine qua non - estimada carta - estimado pedido

- externar os protestos de elevada estima - favorecer-nos com seu pedido

- favorecer-nos com sua aquiescência - lamentável acidente - mera coincidência

- num futuro próximo - tem este a finalidade de

1.3.5 Períodos com várias orações

Frase é todo enunciado de sentido completo, capaz de estabelecer comunicação.

Oração é o enunciado que se estrutura em torno de um verbo ou locução verbal.

Período é a frase organizada com uma ou várias orações.

Observações:

1ª Nem toda frase é oração. Exemplo: Que dia bonito! - Esse enunciado é frase porque tem sentido. – Esse enunciado não é oração porque não tem verbo.

Nem toda oração é frase. Exemplo: Queremos que a justiça impere no Brasil. – Esse enunciado tem dois verbos. – Para cada oração tem-se uma oração. 1ª oração: Queremos 2ª oração: que a justiça impere no Brasil. * Cada oração isoladamente não tem sentido. ** Para formar a frase foram necessárias duas orações.

Exemplo: O barulho da moto nos incomodou na sala de aula.
Verbo: uma oração (Período Simples)

Os períodos com várias orações podem-se tornar complexos, dificultando a compreensão. Por isso é bom que o redator esteja atento a dois aspectos que podem tornar o período complexo: a) o número de verbos; b) o número de conjunções (e, nem, mas, porque, pois, que, embora, quando, se etc), principalmente se estiverem repetidas.

Embora não se possa estabelecer um limite para o número de verbos ou de conjunções, sugerimos que o período seja reexaminado quando ocorrerem mais de quatro verbos ou mais de três conjunções. O reexame pode demonstrar que a divisão do período em dois, três ou quatro períodos será benéfica à clareza.

Exercícios:

Reescreva os períodos complexos, deixando-os em uma versão melhorada:

  1. Reconhecemos que nos precipitamos na substituição dos artigos de ordem MSP-35, que constam de seu pedido, pelos de ordem MST-44, mas agimos sem prévia consulta porque seu pedido exigia urgência e os artigos solicitados saíram de linha, surgindo em seu lugar o novo produto que tem melhor qualidade e preço mais acessível.
  2. O suplicante compareceu e comprovou documentalmente suas afirmações, mas o réu, que também compareceu, pôs em dúvida os documentos porque continham datas posteriores aos acontecimentos e apresentavam visíveis diferenças nas assinaturas.

1.3.6 Ortografia e acentuação gráfica

Muitos problemas de ortografia e acentuação gráfica podem ser resolvidos pela substituição da palavra que traz dúvida por outra que não a traga. Esse expediente, entretanto, é pouco eficaz e seus resultados podem ser desastrosos num documento.

Acreditamos que seja mais prático resolver esses problemas consultando o dicionário porque nele as palavras estão corretamente escritas: com s ou z; com g ou j; com hífen ou sem ele; com acento gráfico ou não.

Se o dicionário for bom, ajudará a eliminar também dúvidas de regência, impedindo que o redator deixe passar erros como estes:

a) Infelizmente, não pudemos assistir o desfile de modas aí realizado. (Errado)

Infelizmente, não pudemos assistir ao desfile de modas aí realizado. (Certo)

O verbo assistir (com sentido de ver) é um Verbo Transitivo Indireto e, portanto, exige o uso da preposição a).

b) Antônio Pereira, residente à rua Rua Sinimbu, 400, não veio na reunião de 15/9/06. (Errado)

Antônio Pereira, residente na Rua Sinimbu, 400m não veio à reunião ...) (Certo)

O verbo residir exige a preposição em (e suas contrações) e o verbo ir (e seus derivados) exigem a preposição a.

1.1 REGISTRO DEFINITIVO

O trabalho do redator, depois dos cuidados que recebeu desde a preparação até o aprimoramento da forma deve ser digno agora do registro definitivo: a digitação cuidadosa.